terça-feira, 27 de outubro de 2015

E nossas atividades não param!!!!

            Mesmo acabando nossas primeiras oficinas, continuamos nos reunindo para planejar novas atividades e participar da 3ª BIENAL do LIVRO, realizada  na cidade de Itabaiana-SE. Levamos também nossos alunos do 30 de Agosto para aproveitar e participar das atividades realizadas. Eles ficaram entusiasmados e amaram ter uma aula ao ar livre.
Momentos inesquecíveis...



segunda-feira, 21 de setembro de 2015

5º dia de Oficina

      Nosso 5º e último dia de oficina foi muito gratificante, observamos o crescimento dos nossos experimentos feitos anteriormente. O experimento do milho alpiste ficou tão lindo que deu vontade de plantar novamente rsrsrs...
      O experimento do feijão na caixa de sapato ficou incrível, o percurso do crescimento da planta ficou igual esperávamos. O experimento do feijão no copo descartável plantado no algodão, os alunos levaram para casa e esqueceram de levar para a escola no dia da exposição.
      Mas, tudo bem! Resolvemos então decorar nossas plantinhas de milho alpiste e vejam como foi interessante a criatividade e imaginação de nossas crianças.



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

4º dia de Oficina

Que tal construirmos uma maquete?

          Diante de tudo que foi visto nas oficinais anteriores, decidimos construir uma maquete com massa de modelar feita pelas próprias pibideiras. Os alunos usaram a massinha para representar a visita feita à escola técnica agrícola. Fizeram a plantação do coentro, da beterraba, da cenoura, do milho, da escola, enfim, usaram sua criatividade e imaginação.

Massinha de modelar pronta

Usando a imaginação e criatividade

Maquete sobre a visita na escola técnica agrícula

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Novidadesss....

Nossas plantinhas estão crescendo :)

          Quando plantamos alguma coisa, esperamos que ela se desenvolva e cresça. Vejam como estão nossos experimentos e a carinha das crianças com o resultado.

Experimento do milho alpiste

Oba!!! minha plantinha cresceu :)

Só falta regar mais um pouquinho e aguardar alguns dias

Até a supervisora está contente com a plantinha dela #_#

Aguardando o resultado final do plantio

3º dia de Oficina

        Nossa 3ª oficina teve como objetivo fazer mais um experimento, dessa vez plantamos sementinhas de feijão em garrafa pet e colocamos em uma caixa de sapato com vários obstáculos e alguns furos no papelão para que a plantinha cresça em direção da luz. Sem os obstáculos da caixa a planta cresceria em linha reta.
      Perguntamos antecipadamente o que aconteceria com aquela planta e os alunos conseguiram dizer que ela conseguiria crescer apesar dos obstáculos.
           A caixa só pode ser aberta para regar e depois permanece fechada, para que a planta cresça se desviando dos obstáculos e em direção da luz.
... Aguardando resultados do nosso plantio...

Colocando obstáculos na caixa de sapato

isolando a caixa

Colocando sementinhas de feijão na garrafa pet

Colocando o plantio na caixa

Explicação do experimento

Pibideiras e supervisora mostrando o experimento pronto






quarta-feira, 12 de agosto de 2015

2º dia de Oficina

Momento Único!!!


          Nossa 2º oficina foi uma aula à passeio realizada na Escola “Técnica Agrícola Pref. João Alves dos Santos”, localizada em um povoado no município de Itabaiana. Nossa visita à escola teve como objetivo conhecer a diversidade de frutas e verduras plantadas, cultivadas e colhidas pelas crianças que estudam na escola. Os alunos e funcionários da escola plantam coentro, couve, mandioca, batata doce, tomate, beterraba, além de criar: porcos, galinha e boi. Tudo em beneficio da alimentação dos próprios alunos. As aulas são realizadas em tempo integral, sendo pela manhã aula normal e no período da tarde o plantio, cultivo e o cuidado com a horta.
Alunos do 30 de Agosto, supervisora, pibideiras e profº da escola Técnica
             Só o fato da aula ser uma visita em outra escola, às crianças já ficaram animadas. No decorrer da viagem a curiosidade tomava conta de todos, eles prestavam atenção nos animais, rios, casas e estavam ansiosos para chegar logo na escola técnica. Assim que chegamos nos apresentamos a gestão escolar e fomos visitar a horta. Festa mesmo foi poder entrar no local de plantação, conhecer os cuidados e um pouco mais de cada vegetal, além de fazer o plantio do pé de alface.






           As crianças amaram conhecer a horta e todo espaço físico da escola, depois a diversão foi garantida do campo de areia. Os alunos construíram castelo, brincaram de bola e pega-pega. Foi uma aula de bastante conhecimento tanto para as crianças quanto para nós pibideiras e supervisora da Escola M. 30 de Agosto: Maria da Vitória. Todo conhecimento adquirido em sala de aula é importante, mas nada se compara podermos acompanhar de perto as belezas de uma horta.


Diretora da escola técnica, Pibideiras e supervisora do 30 de Agosto.



segunda-feira, 10 de agosto de 2015

1º dia da Oficina

        No primeiro dia que visitamos a "Escola Municipal 30 de Agosto", foi realizada a apresentação das novas Pibideiras, explicamos para as crianças que iriamos desenvolver um projeto sobre plantas. Explicamos o que deve ser feito para que as plantas cresçam e reproduzam, falamos que as plantas também são seres vivos e que elas necessitam de amor, carinho e muito cuidado para crescer e sobreviver. Assistimos um vídeo sobre as plantas em desenho animado disponível em: https://youtu.be/-Azyx8Tq6iM

Alunos do 30 de Agosto, Supervisora: Vitória e Alunas do Pibid


Alunos assistindo o vídeo: "plantinha do Chaves"

           Depois do intervalo, avisamos as crianças que iriamos criar um blog para a turma e que precisávamos de um nome. A interação com o nome do blogger foi enorme, fizemos uma votação para o nome mais adequado e optamos que o nome seria: semeando vidas, onde o endereço está disponível em: http://semeandovidasno30deagosto.blogspot.com.br/
            O blogger foi criado para que todas as pessoas tivessem acesso as oficinas realizadas em sala de aula.
            Em seguida, fizemos a plantação do feijão no algodão e também do milho alpiste em garrafas pet e copo descartável.

Crianças Plantando sementinhas de milho alpiste

Mudança de Escola

           Combinamos que todas as pibideiras deveriam realizar oficinas nas três escolas que fazem parte do eixo: "formação de professores e suas tecnologias". No momento passamos a aplicar oficinas na Escola Municipal 30 de Agosto, localizada no município de itabaiana, com alunos do 1° ano do ensino fundamental.
As atividades planejadas estão disponíveis em nossa Web Quest:

Reflexão de um ano no PIBID!!!

        Venho por meio deste relatório falar um pouco da minha vivência e experiências ocorridas no PIBID de Abril de 2014 até o momento.
           Antes de tudo quero ressaltar que quando fiz a inscrição para ser uma bolsista já estava na metade do curso de pedagogia. Digo por experiência própria que se imaginasse o privilégio que tem uma pibideira na vida acadêmica teria me inscrito no comecinho do curso. Mas, nunca é tarde para aprender e conviver com aquilo que realmente almejamos.
            De início achamos um pouco complicado ter que ir para uma determinada escola onde você não conhece ninguém e aplicar oficinas em sala de aula. Depois de participarmos de vários encontros e reuniões para organizar o que seria aplicado em sala de aula fomos nos acostumando e nos adaptando a essa nova experiência.
       Nos primeiros encontros a coordenadora do curso: Simone de Lucena, foi nos mostrando diversos meios de trabalhar em sala de aula usando instrumentos tecnológicos, sendo possível trabalhar com vídeos, blogger, notícias, documentários e para que as aulas fossem bem planejadas, precisamos visitar a escola, conhecendo os aspectos físicos, a gestão e os alunos.
            Nosso maior problema com a 1º escola onde as oficias seriam realizadas foi a internet, alguns computadores funcionavam porem a internet não.
Durante os encontros realizados na UFS-Itabaiana, aprendemos a criar blogger, postar, compartilhar links com colegas do eixo. Participamos de um curso no “cesad” sobre Tecnologias e redes sociais, depois do curso nos organizamos para aplicar as oficinas na escola.
        O primeiro passo foi escolher um tema, organizamos em uma Web Quest o passo a passo das oficinas para que todos tivessem acesso e acompanhassem nossas atividades. Assim que começamos aplicar as oficinas na “Escola Estadual Nestor Carvalho”, registramos nossas experiências neste blogger.
            Aplicamos oficinas em uma turma do 6º ano do ensino fundamental e em uma turma de 1º ano da Escola Municipal “30 de Agosto”. De todas as experiências vividas no decorrer dessa trajetória do PIBID as que mais marcaram a vida das bolsistas e profissionais da área de educação foi a forma como trabalhamos nossas oficinas sobre as plantas com alunos de 5 a 6 anos de idade.
            Eles tiveram a oportunidade de conhecer de perto uma horta, visitamos uma escola técnica-agrícola do município de Itabaiana, depois cada um plantou, regou e cuidou da sua plantinha em sala de aula. As aulas foram bem proveitosas tanto para as crianças quanto para nós pibideiras, pois nunca tivemos a oportunidade de conhecer uma horta na escola, onde os próprios alunos plantam, regam e colhem para fazer o preparo do alimento.
            O PIBID é um programa de grande importância para nossa formação acadêmica, o eixo “formação de professores e suas tecnologias”, não ensina somente nos adaptarmos as novas tecnologias e aplica-las em sala de aula, vai muito além disso. Ao frequentar a escola para aplicar oficinas nos deparamos com um mundo totalmente diferente do que a universidade ensina e fazer parte desse mundo ainda na formação docente nos abrem visões de como vamos usar metodologias de forma prazerosa em sala de aula. O programa nos dá oportunidades distintas de aplicar aquilo que aprendemos durante nossa vida acadêmica e também aprender com aquelas crianças tão frágeis e inteligentes. Eles tem o dom de nos encantar com seu charme, carisma, acolhimento e sinceridade. Foi no PIBID que consegui descobrir realmente a importância de ser um professor-educador, tivemos o privilégio de conhecer uma supervisora especial em todos os sentidos, pois ela tem um cuidado e carinho imenso pela crianças e também por nós que tivemos a honra de conhece-la. 


  


Confraternização Natalina

Apresentação de Trabalhos


Confecção da caixa com materiais do Pibid

Reuniões





quarta-feira, 1 de julho de 2015

Alfabetização: Método Sociolinguístico


            O método sociolinguístico implementado por Paulo Freire é bastante produtivo, pois, além de usar palavras geradoras do cotidiano do aluno, abre uma visão para que ele possa opinar e debater determinado assunto. Embora o método tenha uma sequência de passos a serem desenvolvidos, eles não constituem um molde que impede o aprendiz de refletir livremente sobre o objeto de conhecimento. O método é desenvolvido em quatro etapas:
1° passo: “codificação”
            É o momento em que é dado ao aprendiz o direito à vez e à voz. Momento em que o professor dá liberdade do aluno expressar sua opinião, ele vai se sentir importante, motivado a prender e descobrir coisas novas. O professor representa a palavra geradora pelo desenho, gestos, músicas e outros códigos que o alfabetizando já domina.
2º passo: “descodificação”
O docente questiona os alunos para que reflitam sobre a palavra geradora e cresçam criticamente. Apresenta textos em variados suportes, letras de músicas, poesia, rótulos, jornais, revistas, para o estudo de palavras inteiras e de suas letras iniciais, mediais e finais; dominós associando letras a imagens. Até mesmo a representação do alfabeto no quadro e questionando os alunos qual é a letra, mas nunca perguntar as letras em ordem e sim pelo meio e de trás para frente. Pois dessa forma evita que o aluno apenas decore as letras.
3º passo: “Análise e Síntese da Palavra Geradora”
Nessa parte o docente apresenta as famílias silábicas, mostrando que a palavra geradora é formada por pedaços de letras, e que esses pedaços são chamados de sílabas e que cada sílaba da palavra representa a família do nosso alfabeto. Paulo Freire deixa claro que, a representação das famílias silábicas deve ser escrita de forma misturada e não em ordem alfabética, dessa forma o professor sabe se a criança realmente aprendeu ou não as famílias silábicas.
4º passo: “Fixação da Leitura e Escrita”
Faz-se a revisão da análise das sílabas da palavra. Leitura e escrita das palavras compostas na síntese das sílabas; atividades de ditado de palavra e frases; caça-palavras; palavras cruzadas; transposição oral e escrita do dialeto do aluno para o dialeto padrão; interpretação; produção de textos e significados. Pedir para que o aluno escreva a palavra geradora em letra maiúscula, minúscula e manuscrita para que assim ele possa compreender as diferentes formas do nosso alfabeto.
Ao aplicarem-se estas etapas em sala de aula deve-se observar o desenvolvimento de cada aluno, se ele encontra-se no nível pré-silábico, silábico ou alfabético.
ü  Pré-silábico: objetivam explorar a relação som/grafia a fim de auxiliar o educando a fixar que letra representa qual som. Em rótulos de embalagem, por exemplo, pedir para que o aluno aponte onde está o nome NESCAU, qual letra inicia e qual letra termina o nome?
ü  Silábico: Mostrar para os alunos que grafam apenas uma letra para cada sílaba pronunciada que, na maioria das vezes registrarmos apenas uma letra não será suficiente para escrever o que se quer. EX: (GO para GATO).
ü  Alfabético: Aproximação da leitura e da escrita significativas.
Diante do que observamos em nossa vida acadêmica, percebemos que vale a pena mudar e trabalhar de uma forma mais lenta e que se obtenha resultado. Trabalhar com os métodos de Paulo Freire, Emília Ferreiro e Ana Teberosky, possibilita que o aluno tenha um pensamento crítico sobre as coisas e que sejam seres importantes diante da sociedade. Pois, o que importa na educação não é a nota final do ano letivo e sim o conhecimento adquirido por cada aluno.



segunda-feira, 15 de junho de 2015

4º dia da Oficina

A quarta oficina foi realizada com os alunos do 6º ano e a supervisora da Escola Estadual Nestor Carvalho, onde os mesmos participaram de uma excursão para o museu do Max em Xingó, momento de vivencia dos alunos com a pré-história desde o momento de sua migração ate a evolução dos restos mortais. Sendo tudo gravado pelos alunos, todas as explicações, fotos do museu sobre o homem sergipano, materiais usados antigamente para uso da caça, pesca e colheita de alimentos, tudo que foi registrado na excursão será publicado no blogger para que todos possam ter acesso. Ressaltamos que a visita deixou os alunos mais interessados no tema e cheios de entusiasmo. 

3° dia da Oficina

A terceira oficina foi realizada pelas alunas Ana Nilsa e Gislaine Oliveira, onde o objetivo principal era a criação de um blogger para que os alunos fotografassem ferramentas usadas nos períodos: paleolítico, neolítico e idade dos metais no dia da excursão realizada em Xingó. Como no dia da oficina a internet do laboratório não estava funcionando, e alguns alunos já tinham seus próprios blogger pedimos para que eles registrassem imagens do passeio. Apesar de ser uma turma do 6° ano, os alunos já estão bem atualizados com as tecnologias, antes mesmo de falarmos do blogger em sala de aula, alguns já tinham feito.

2° dia da Oficina

A segunda oficina foi realizada pelas alunas Edicleide e Aline tendo como objetivo construir com os alunos a informação de como vivia o homem pré-histórico, como era sua relação com a natureza. As alunas do PIBID passaram um documentários sobre: “O homem pré-histórico vivendo entre feras”. Após a exibição os alunos receberam informações sobre o documentário para que pudessem se aprofundar e interagir com o tema proposto em sala. 

Apesar de dispor de um tempo curto, foi pedido para que todos os alunos construíssem  uma linha do tempo,falando desde o ano que nasceu ate a atualidade, seus processos de vida, o que aconteceu de mais importante em cada ano de existência. Uns falaram pouco enquanto outros citaram acontecimentos antes do próprio nascimento. Tudo foi bem proveitoso, pois todos interagiram de forma gratificante.

1° dia da Oficina

A primeira oficina foi realizada pelas alunas Marília e Tatiane Bispo, com o objetivo de verificar o que os alunos sabiam sobre a pré-história, quais eram seus entendimentos sobre o homem pré-histórico, como viviam, o que produziam e como se relacionavam. Para tanto foi feita a leitura e discussão de três pequenos textos e a apresentação e discussão de um vídeo disponível em:
http://www.youtube.com/watch?v=uot-NzGpFml&feature=related
     Logo após, esse levantamento sobre o tema, a turma foi dividida em 3 grupos e  foi entregue a cada aluno uma tira de papel  com frases correspondentes ao tema da aula. Em seguida cada aluno leu o que estava escrito e depois que todos já haviam lido, discutimos as frases e montamos um texto coletivo com as mesmas.

Construção do texto coletivo

terça-feira, 9 de junho de 2015

Encontros para elaboração da Web Quest

Antes de irmos para a escola, participamos de várias reuniões com a coordenadora do eixo, supervisoras das escolas e alunas do PIBID, para tratarmos do tema que seria trabalhado nas oficinas. Com o tema em mãos, elaboramos uma Web Quest ( essa Web é uma metodologia de pesquisa orientada para a utilização da internet na educação, onde quase todos os recursos utilizados para a pesquisa são provenientes da própria web, compreendendo assim uma série de atividades didáticas de aprendizagem que se aproveitam da imensa riqueza de informações do mundo virtual para gerar novos conhecimentos). Apresentamos nossa proposta para todas as bolsistas do PIBID e iniciamos nossas atividades na Escola Estadual Nestor Carvalho, aos alunos do 6° ano.

Elaboração da Web Quest
Apresentação da Web as bolsistas, supervisoras e coordenadora do eixo

Supervisora da Escola E. Nestor Carvalho e Alunas do PIBID

domingo, 7 de junho de 2015

Apresentação

Sou Ana Nilsa, graduanda do curso de pedagogia-UFS, faço parte do PIBID (Programa Institucional de Iniciação à Docência), do eixo: Formação de Professores e suas Tecnologias de Itabaiana. Tendo como coordenadora  do eixo a Profª e Drª Simone Lucena, e como supervisora da Escola Estadual Nestor Carvalho: Iraci Braga.

As oficinas do PIBID são planejadas em grupo e aplicadas na escola por duplas. Cada semana uma dupla foi a escola para trocar experiencias e conhecimento com os alunos. Ficamos com uma turma do 6º ano, onde o tema trabalhado foi pré-história.

sábado, 25 de abril de 2015

Sejam Bem-vindos! Esse blog tem como finalidade mostrar projeto desenvolvido na escola e reuniões realizadas na UFS, com o grupo do PIBID 2015. Espero contribuir com todos (as)!